
Evitar a assombração da asfixia de um reflexo cognitivo, elimina o crime prosuposto
Rejeitar os sensíveis toques na região ferida, estritamente sufocada, pela ansia incalculável e adormecida da sensação reconfortante que sentia, no momento em que os seus olhos encerravam lentamente, desconfia do pedido jamais descodificado
Partir da lágrima solta ao ventre pesado de um crânio confuso, não é ter razão de uma imagem alterada
Salvar a única razão sobrevivente, que lhe resta, não é egoísmo, é desespero
Sentir-se forte , enquanto lhe é comunicado temas infelizes, não se lembra de poder, recorda-se de prometer
Respeitar esse pedaço de psicopatia, não se condenada apenas a um crime , mas a uma mutilação da estátua debulhada e lamentável, infiltrada na minha pequena estrangulação.
....(2 dias...era quarta feira...3º dia da semana...a mutilada, afónica, desidratada, viveu...junto do outro corpo mais uns anos)
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